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Direitos dos bons alunos
Nenhuma criança se transforma num bom aluno sem...

 O direito a ter língua de perguntador;
 O direito a distrair-se, sobretudo quando lhe pedimos para que faça “um esforço” para estar atento;
 O direito a não ser “marrão” quando, em vez disso, se pode passear nos livros e ir à lua e voltar;
 O direito a recriar em vez de repetir;
 O direito a ter a cabeça no ar e só assim estar atento ao que se escuta e atento ao que se pensa, ao mesmo tempo;
 O direito a ter “compreensão lenta”, se essa for a contrapartida para ligar tudo aquilo que se aprende a tudo o mais que já se sabia;
 O direito a “puxar pela cabeça” e a querer aprofundar tudo o que se aprende em vez de se ficar pela superfície daquilo que lhe ensinem;
 E o direito a não estar sempre quieta e calada. Porque quem se apaixona por aquilo que aprende entusiasma-se e tem ganas de saber. E, por isso, sofre de “bicho carpinteiro”. E fala “pelos cotovelos”.

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