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Escola também é família
Embora nos esqueçamos muitas vezes

Eu gostava que a escola e os pais não andassem tão zangados uns com outros, como andam. E que os professores não desabafassem, entre si, contra os pais, porque os pais só querem que os filhos “adorem” os professores e os tomem, para sempre, como reservatórios de sabedoria e de bom senso. E que os pais não façam nem esgares nem tenham “à-partes” quando se trata de conversarem sobre as competências ou o sentido de justiça dos professores, porque os professores só querem que as crianças tenham com as aulas a paixão e a tenacidade que elas têm no recreio. E que uns e outros aceitem que a família é tão indispensável para a escola como a escola é fundamental para a família. E que se os pais são uma entidade reguladora preciosa para a escola, os professores são os provedores das crianças na família.

Se a família e a escola cooperarem em nome das crianças, a família torna-se mais aberta e é melhor, e a escola casará melhor o mundo e as pessoas com tudo aquilo que se aprende. Na verdade, o mundo será melhor para as crianças sempre que a família for “a escola”. E a escola, simplesmente, uma família.

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