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No jobs for the boys
Nem para a família, neste caso

As coisas põem-se assim: há circunstâncias em que os laços de família não são um obstáculo ético a que nomeemos os familiares para os compromissos laborais que entendermos. Nalguns momentos, essa é, realmente, a nossa obrigação! Com a tranquilidade de que ninguém esmiuça os nossos porquês acerca da quantidade de tarefas que esperamos que eles desempenhem, porque - todos reconhecem - temos o dever de o fazer, com toda a parcialidade que só o nosso coração admite. Por outras palavras, a "bitola ética" dos nossos actos recomenda que, nas ligações entre trabalho e família, quem manda somos nós.
Por mais que estejamos na Páscoa, e tantos entre nós se entreguem à penitência, pense nos seus filhos com o carinho que não dedica a mais ninguém. Lembre-se que já teve a idade deles! Por isso mesmo, que eles, na Páscoa, trabalhem 30 minutos por dia, ainda vá. Que encha os seus filhos de trabalhos de casa e não os deixe descansar e brincar é que já não! É só uma sugestão, claro. Mas considerando as férias dos seus filhos, talvez não fosse mau que, ao contrário do que se diz por aí, leve por diante uma ideia de família mais num registo de no "jobs" for the boys. Isto é, por outras palavras, férias são férias. Eles merecem!

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