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“A avó não é velha; é antiga!”
Serão, porventura, os avós velhos, aos olhos das crianças?

Não, não é verdade que os avós tenham sempre razão. E não é, também, verdade que saibam sempre mais que os pais em relação seja ao que for.

Não, não é verdade que os avós não errem e que não façam trapalhadas. E que não contrariem aquilo que os pais acham que é o que deve ser um “deus me livre” de vezes, mesmo quando não o deviam fazer.
E não, não é verdade que os avós não sejam medrosos. E alarmados. E exagerados, até, nos cuidados que dedicam aos netos. Mesmo quando, de tantos os agasalharem, os deixam afogueados e a transpirar.
Mas serão, porventura, os avós velhos, aos olhos das crianças? Merecerão eles menos amor, menos cuidados ou menos respeito da parte delas, só porque têm uma mão-cheia de anos a mais do que os seus pais? Não serão os avós, simplesmente, mais antigos (o que, por outras palavras, talvez queira dizer que elas lhes reconhecem a sabedoria, a sageza e a sagacidade que não encontram, provavelmente, em mais ninguém)? E não serão, sobre tudo o mais, bondosos e disponíveis, atentos e desprendidos e, por isso mesmo, mais cómodos, mais “portáteis” e mais aconchegantes mas, jamais, velhos?
Não, os avós não são velhos. São antigos! E é por serem, preciosamente, assim que merecem ser, como mais ninguém, com todo o respeito... avós.

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