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Quando a vida que estamos a viver "não tem a nossa cara"
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Quantas vezes acabamos a sentir que a vida que estamos a viver “não tem a nossa cara” e que, ao contrário daquilo que parece, mandamos quase nada nela? Demasiadas, acho eu. Talvez por isso quando, num dia destes, me perguntaram: “Como é que, em duas palavras, sei que estou deprimido?”, num impulso, eu respondi que estamos deprimidos quando aceitamos ser quem não somos. Sem luta. Resignadamente. Ou sem remorsos. Sermos quem não somos nas omissões que deixamos passar. Ou nas palavras que deixamos por dizer. Não sermos quem somos traz uma espécie de lixo para o coração que o empanturra e faz com que deixemos de ser fiéis a quase tudo aquilo que sentimos.

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