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Nunca nos deprimimos quando estamos tristes
O ressentimento adoece o amor

O desamparo faz-se de ressentimentos. Que se acumulam. E os ressentimentos constroem-se quando guardamos pequenas dores, que ferem a nossa sensibilidade, e as embrulhamos em silêncio. Nunca nos deprimimos quando estamos tristes. Mas quando aceitamos ficar, resignadamente, desamparados. E, se for assim, deprimimo-nos uns aos outros. Não tanto por não sabermos amar. Mas, sobretudo, porque guardamos os ressentimentos só para nós. E um ressentimento que se guarda compromete o amor pelo qual se anseia ser correspondido.

 

 

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