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Bons sonhos. E até amanhã!
Há estrelas que vivem dentro de nós!

As mães têm a mania de querer tudo limpo e arejado. Talvez por isso seja vulgar que, todas as noites, mal as crianças cheguem à cama, depois de darem muitas voltas entre os lençóis (como quem procura um ninho quente e aconchegado para ficar), esperem pela mãe, para que ela lhes conte mais uma história. E as arrume, para dormir.

Eu sei que as mães acreditam que as crianças escutam todas as histórias que elas lhes contam. E que tremelicam, de medo. E se arrepiam, e tudo. E que, depois, sorriem e sossegam porque o mundo - só porque a mãe o deseja - volta a estar arrumado e, todo ele, pronto para descansar. E que, sejam quais forem os seus sonhos, as crianças estarão, silenciosamente - e para sempre - embaladas pelo seu olhar.

Eu acho que as mães acreditam, do fundo da sua alma, que sempre que olham por um filho se solta uma estrela. Pequena! Que se acende, de forma delicada. Que alumia e encaminha uma criança, enquanto ela tiver os seus olhos fechados para dormir.

E por mais que uma criança se atreva e cresça, de cada vez que a voz da mãe soar, dentro do escuro, os sonhos hão-de guardá-la, Para sempre! Porque a voz dela os arrumará, cuidadosamente, para si.

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