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"Não é por ser meu filho..."
"... mas"

"Não é por ser meu filho. Mas..." ele é muito inteligente; tem um coração enorme; é um doce; tem um humor fora do vulgar; ou parece muito precoce para a idade. E estas, acreditem, são só algumas das milhares de variações das declarações de amor que começam por: "Não é por ser meu filho. Mas...".

Não, mães deste país, uma frase que pretende fazer uma análise imparcial das qualidades (singulares!) de uma criança que começa por: "Não é por ser meu filho..." desmascara qualquer coração enternecido. Portanto, neste pormenor em particular (não há como fugir à verdade...) as mães são um bocadinho "batoteiras". A frase, para ser verdadeira, devia ser: “É (obviamente!) por ser meu filho que ele é como é!”. O que, por outras palavras, quer dizer qualquer coisa como: "Ou acham que se fosse filho doutra mãe ele seria assim?..."  Portanto, "Não é por ser meu filho..." é uma afirmação ao nível de: "Vejam do que eu sou capaz!". E, depois, dizem as mães de si próprias que não são vaidosas...

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