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No natal, o meu presente, eu quero que seja...
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Se o mundo fosse direito e escorreito, como devia ser, não seria preciso escrever ao Pai Natal.

Porque os pais - um bocadinho como quando se vê uma estrela cadente e se pede um desejo, e se assume que ele não se pode contar porque senão não se concretiza - teriam a "obrigação" de adivinhar os desejos dos filhos e, sem sequer ser preciso falar deles, "apanhá-los no ar" e concretizá-los. Dos desejos não se deve falar porque aquilo que é importante, de verdade, não são os nossos desejos. É termos a convicção de que quem nos ama os adivinha.

É por isso que os presentes, no Natal, não têm de ser todos os brinquedos com que se sonha. Mas aqueles que se desejam, de forma especial. 

Termos quem os adivinhe faz-nos sentir que existimos tão profundamente dentro dos nossos pais que um presente significa quase uma resposta "à chamada": "Presente!".

Talvez porque, bem vistas as coisas, o melhor dos presentes é descobrir que quem nos ama nunca se cansa de nos adivinhar. 

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